Daí eu abri o jogo. Estava na cara! Era óbvio! Tirei um peso das costas, porém me jogaram outro! Eu sei que com o tempo ele se desfaz. Eu sei que com o tempo tudo se ajeita. Mas o atual momento é desconfortante!
E daí eu pergunto: qual o real motivo da vida? Nascemos para o quê e vivemos para o quê? Qual o objetivo de uma família? Ir à escola, sorrir para as fotos da formatura; ir à faculdade, sorrir para as fotos da formatura, pendurar na parede da sala e mostrar pra todo mundo; arrumar um namorado bonitão, casar, ter filhos e ser feliz?
Mas... será que é necessário todo esse passo-a-passo para ser feliz? O que faz uma pessoa feliz? As pessoas só serão felizes se casarem e tiverem filhos? Os avós e os pais são serão felizes se seus filhos forem iguais à eles?
Será?
Definitivamente, eu acho que não! Felicidade é um sentimento único, pessoal e intransferível! Busco o que me faça feliz, e não interfiro na felicidade de ninguém! Pois ninguém deve depender da felicidade do outro, cada um deve buscar a sua própria felicidade!
O que te faz feliz? Quem te faz feliz? O que é amar? O que é o amor?
O olhar confortante, o abraço aconchegante, o sorriso belo que afasta qualquer tristeza, olhar no relógio, contar os minutos e sentir o coração bater mais rápido: sentir-se bem. É isso que me faz feliz. Eu me sinto completa, eu me sinto segura, eu me sinto apaixonada! Como disse Antonie d’Sant Exupéry: “... Se tu vens às 4horas da tarde, às 3 eu já estarei feliz!” (O Pequeno Príncipe).





